As expectativas pouco favoráveis para 2016 afetam o bolso de todos, afinal não há quem não seja atingido pela inflação, juros altos e alta do dólar.


Da mesma forma que os pequenos empresários estão montando estratégias de sobrevivência, os administradores de condomínio também devem se preocupar com os efeitos da economia, que prometem aumentar o índice de desemprego, que, por sua vez, provavelmente puxará o índice de inadimplência entre condôminos.

Diante de um quadro desses, adotar um sistema de gestão financeira seguro e descomplicado é a melhor forma de manter as contas em dia e se resguardar de futuros aborrecimentos.

Da mesma forma que uma empresa, o condomínio não pode abrir mão da sua receita, que é a taxa paga pelos moradores. Sem ela não há benfeitorias, consertos, reparos – nem árvore de Natal. É preciso, no entanto, que haja um controle perfeito sobre o fluxo de caixa através de um sistema de gestão financeira que forneça todas as informações necessárias em interface intuitiva e descomplicada e que possa ser acessado a qualquer momento, sanando todos os tipos de dúvida.

Apenas com uma administração organizada é possível saber com precisão onde está a falha no orçamento do edifício. Em casos de acordo com inadimplentes através do parcelamento de cotas, por exemplo, os valore só devem ser lançados como entrada após o pagamento ser efetivado, ou seja, depois da quitação do débito. Lembre-se que a inadimplência só termina quando é paga a última parcela e que a expectativa de quitação não deve ser registrada como entrada no fluxo de caixa.

Por outro lado, a compra de materiais e insumos deve ser rigorosamente colocada no sistema, mas não esqueça de fazer uma pesquisa cuidadosa sobre preços, quantidades e descontos. Lembre-se que só vale a pena comprar grandes quantidades de produtos de limpeza, por exemplo, se o desconto oferecido for significativo. Fora isso é mais negócio reter o valor correspondente – você não reduz o fluxo de caixa e ainda pode encontrar mais em conta no mês seguinte, talvez com outro fornecedor. Se for preciso adquirir material de construção para obras e reformas, procure negociar prazos, ganhando no parcelamento sem juros, mesmo que seja em poucas vezes.

Assim forma você fica com o orçamento mais maleável e mantém o fluxo de caixa em dia. Além disso, atenção na hora de negociar a obra: além de checar as credenciais da empresa, procure deixar bem claro de quem será a responsabilidade em caso de retrabalho. Outra boa saída para driblar os tempos de crise é aplicar o dinheiro que está parado, mesmo que seja por apenas um mês. Em tempos de superávit primário provavelmente a melhor opção será a poupança, mas converse com o seu gerente e analise todas as opções.

Mas não esqueça de fazer o lançamento diário de todos os gastos, fazer um planejamento orçamentário para pelo menos três meses e adquirir um sistema de gestão de financeira onde todas as informações sejam colocadas de forma fácil e segura e possam ser acessadas rapidamente. Dessa forma você evita aborrecimentos nas reuniões de condomínio, mantém as contas em dia e pode tomar decisões estratégicas com base em informações reais e atualizadas. Contra a crise, nada melhor do que a organização e o planejamento.

Conte com a Times Soluções para proporcionar uma gestão eficiente dos recursos financeiros e um planejamento a longo prazo coeso a fim de manter o equilíbrio das contas de seu condomínio.

 

Fonte: Blog Condomínio